DEPOIMENTOS

"Sempre gostei muito de fazer atividades físicas vinculadas com arte. Passei por diversos tipos de dança ao longo da vida, inclusive pratiquei modalidades de aéreos. Eu estava à procura de algo desafiador, numa fase da vida em que eu estava bastante desanimada, precisava de uma válvula de escape e encontrei o pole dance. Cheguei a fazer aulas experimentais em outros lugares, mas na Freya, me senti diferente. Já na minha primeira aula, a Bia (minha professora) me desafiou. Me pediu pra fazer diversos movimentos e truques, e mostrava como era pra ser feito. Eu olhava e pensava “isso é muito difícil pra mim”. Então, em uma ou duas tentativas, eu conseguia. Ao longo da aula, ela me observava e aumentava a dificuldade, porque ela enxergava que eu era capaz, mesmo eu duvidando de mim mesma. Até que eu cheguei em um movimento que eu não conseguia fazer de jeito nenhum sem a ajuda dela. Fiquei brava comigo mesma. “Como assim não consigo fazer algo que parece tão fácil” e ela me explicava que era um movimento mais complexo, que eu tinha ido muito bem por ser primeira aula e por isso ela tinha me passado. Fui pra casa querendo voltar lá e tentar fazer de novo, tentar fazer melhor, porque ela me conduziu pra além de mim, além do que eu achava ser capaz, e me despertou um desafio ainda maior: o de mim comigo mesma. E agora que eu havia me enxergado mais longe, só queria avançar mais e mais. E toda aula tem sido assim: um desafio e um avanço, sempre. No final de toda aula, saio sempre com o mesmo resultado: com a satisfação de ter conseguido fazer algo que não conseguia antes (até mesmo na aula anterior) e com o estímulo de ainda não ter conseguido fazer tudo que queria. É um ciclo viciante e é o melhor vício que eu poderia ter: o de tentar me superar."

Stephanie Beraldo

Freya Aero Dance

"A minha relação com os aéreos é o satisfazer minha vontade de voar.
É o prazer no desafio. É encarar os medos frente a frente e dominá-los. É provar-me corajosa.
Frida Kahlo tem uma frase do qual eu sempre gostei: "de que me servem os pés se tenho asas para voar?", e eu respondo, eu não preciso de asas imaginárias, pois posso voar na realidade. "

Julie Nascimento
Freya Aero Dance

 

 

"Na minha vida eu posso dizer que o aéreo mudou muita coisa, quando comecei eu morria de medo de altura e tinha certeza que não daria certo para mim. Felizmente no Freya eu pude contar com o apoio dos professores e colegas que sempre me incentivam muito e acompanham de perto a minha evolução. Com a auto-estima mais alta, com confiança em mim mesma e no meu potencial eu criei coragem também para algumas mudanças na minha vida pessoal e profissional. Hoje se me tirarem o chão não tem problema, pois eu aprendi a voar.. Gratidão por tudo!"

Camila Cardoso 
Freya Aero Dance

 

"Os aéreos de uma maneira geral sempre me encantaram. Até eu criar a coragem de fazer e perceber que vai muito além de uma apresentação. Isso fez com que eu me apaixonasse ainda mais por eles! Eu aprendi a me superar ! Percebi que com treino, esforço e dedicação o resultado aparece! Me entreguei completamente a arte e hoje percebo o quanto melhorei e tenho a melhorar! 
Hoje sou mais paciente, mais dedicado! Entendo o que meu corpo pode e o que meu corpo ainda não pode fazer... aprendi a respeitar isso. Hoje os aéreos são muito importantes pra mim por que fizeram eu me aceitar do jeito q sou!"

Renan Marcoatonio

 

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